Professor da UTI na UNIFESP
Minha jornada começou na medicina ocidental, com formação tradicional e Mestrado pela UNIFESP, onde tive a honra de ser professor assistente da UTI Pediátrica. Era um trabalho que salvava vidas — e isso me realizava profundamente.
Mas, com o tempo, uma inquietação começou a crescer dentro de mim. Eu via pacientes que sobreviviam à UTI, mas saíam com sequelas. A vida era preservada, mas a funcionalidade física e mental ficava comprometida. Algo me dizia que precisava ir além.
"Salvar a vida é essencial. Mas devolver a capacidade de viver plenamente? Isso é o que realmente importa."